Ambiente corporativo de grande porte com ampla superfície de ativos e vulnerabilidades acumuladas ao longo de anos. Patches eram aplicados de forma reativa, sem priorização clara.
Equipe técnica não conseguia distinguir vulnerabilidades críticas das irrelevantes no contexto específico do negócio. Correções consumiam recursos sem reduzir risco de forma efetiva.
Vulnerabilidades críticas permaneciam abertas enquanto recursos eram gastos em correções de baixo impacto. Exposição a ataques que exploram falhas conhecidas.
A lógica não é corrigir tudo — é corrigir o que importa primeiro. Gestão de vulnerabilidades eficaz é contínua, não pontual.