Conversa inicial consultiva, sem compromisso de substituição das tecnologias existentes.
Cyber Resilience é a capacidade de uma organização se preparar, proteger, detectar, responder e recuperar diante de falhas, indisponibilidades e incidentes cibernéticos.
Para um cartório, isso significa preservar a continuidade dos serviços, proteger dados e acessos críticos, reduzir o impacto de incidentes e manter registros técnicos que demonstrem os controles e testes realizados.
No ecossistema SkyDefence, proteção, monitoramento, recuperação e evidências deixam de operar como iniciativas isoladas e passam a compor uma jornada contínua de evolução.
Muitos ambientes contam com firewall, antivírus e backup, mas ainda possuem lacunas entre prevenção, resposta e recuperação.
Resiliência é reduzir a probabilidade de falha, limitar o impacto e recuperar a operação com método e evidência.
A SkySec organiza a jornada de Cyber Resilience em cinco capacidades complementares.
Diagnóstico do ambiente
Entendimento da operação, responsabilidades, ativos, acessos, tecnologias, backup, recuperação e evidências disponíveis.
Avaliação do que está implementado, do que está parcial e do que ainda não possui comprovação.
Plano de ação organizado por criticidade e horizonte: ações imediatas, 30–90 dias e evolução de médio prazo.
Ajuste ou implantação dos controles necessários, respeitando o ambiente e os investimentos existentes.
Monitoramento, testes, correções, revisão de riscos e produção periódica de evidências.
A SkySec integra capacidades ofensivas, defensivas e consultivas por meio do SkyDefence. Quando a estratégia exige cloud, storage, replicação, backup ou Disaster Recovery, a operação conta também com a infraestrutura e a experiência da Skynova.
Uma visão coordenada entre segurança, dados, infraestrutura e continuidade — com responsabilidade clara e evolução progressiva.
Os serviços fecham o ciclo, garantindo que a segurança evolua de forma prática.
A arquitetura é definida conforme o ambiente, a criticidade e os investimentos já realizados. A SkySec atua de forma agnóstica, integrando tecnologias quando possível.
Credenciais individualizadas, MFA, revisão de privilégios e processos de entrada e saída de usuários.
Proteção contra ameaças, visibilidade sobre comportamento e resposta a eventos.
Firewall, segmentação, revisão de regras, IPS e redução da movimentação lateral.
Identificação, priorização e tratamento de falhas e tecnologias fora de suporte.
Cópias monitoradas, retenção, proteção, criptografia e isolamento conforme a arquitetura.
Testes de restore, RPO, RTO, PCN, PRD e infraestrutura alternativa quando necessária.
Logs, alertas, investigação, procedimentos e acionamento coordenado.
Registros técnicos periódicos sobre controles, testes, riscos e planos de ação.
Assessment de resiliência, priorização dos gaps, fortalecimento de identidade e proteção, revisão da arquitetura de backup e recuperação, definição de procedimentos e organização das evidências.
Cenário ilustrativo, elaborado para fins didáticos. Não representa um case real identificado.
Faça uma avaliação interativa do ambiente ou baixe um checklist prático para revisar os principais pontos de atenção.
Responda ao assessment interativo e identifique, de forma preliminar, os pontos que merecem atenção em segurança, recuperação, continuidade e evidências.
Conte-nos um pouco sobre a operação. As informações serão usadas para direcionar a conversa ao contexto do seu cartório.
É a capacidade de preparar, proteger, detectar, responder e recuperar a operação diante de falhas e incidentes, preservando serviços críticos e mantendo evidências dos controles adotados.
A cibersegurança busca prevenir, detectar e responder a ameaças. Cyber Resilience amplia essa visão ao incluir continuidade, recuperação, testes, governança e capacidade de demonstrar o funcionamento dos controles.
Não necessariamente. É preciso avaliar onde as cópias estão armazenadas, como são protegidas, qual a retenção e, principalmente, se a restauração completa é testada e documentada.
RPO representa a perda máxima de dados aceitável em um incidente. RTO representa o tempo máximo esperado para restabelecer a operação. Ambos devem refletir a criticidade do serviço e ser validados por testes.
Não. A SkySec apoia a avaliação e a implementação de capacidades técnicas e a organização de evidências. O trabalho não constitui certificação, parecer jurídico ou garantia de conformidade.
Não automaticamente. A abordagem começa pelo entendimento do ambiente. Sempre que possível, a SkySec integra e potencializa os investimentos existentes, recomendando mudanças quando houver risco ou limitação técnica relevante.
Não necessariamente. A SkySec pode trabalhar como extensão especializada do time interno ou do prestador atual, assumindo as frentes de segurança, monitoramento, continuidade e evidências definidas em conjunto.
São sistemas, softwares ou equipamentos que não recebem mais atualizações e correções oficiais do fabricante. Eles podem ampliar a exposição a vulnerabilidades e dificultar a manutenção segura do ambiente.
É uma cópia protegida contra alteração ou exclusão durante um período definido. Sua efetividade depende da arquitetura, do isolamento, das credenciais, da retenção e dos testes de recuperação.
São registros que demonstram políticas, inventários, configurações, controles de acesso, logs, testes de restauração, vulnerabilidades, incidentes e ações realizadas ao longo do tempo.
A jornada começa por uma conversa de contexto e por um diagnóstico do ambiente. A partir dos gaps identificados, é construído um roadmap priorizado por risco e criticidade.